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Porto Velho,04/12/2022

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No período mais crítico da pandemia, gestão do coronel Marcos Rocha foi sensível no combate à covid-19


No período mais crítico da pandemia, gestão do coronel Marcos Rocha foi sensível no combate à covid-19

O período mais crítico da pandemia da covid-19 foi desafiador em todo o mundo, e em Rondônia, o candidato pelo partido União Brasil (44) ao Governo de Rondônia, coronel Marcos Rocha, com pouco mais de um ano de mandato, se deparou com a necessidade de intervenção para proteger o povo de seu Estado.

Em março de 2020, imediatamente editou o decreto nº 24.892, constituindo o Gabinete de Integração de Acompanhamento e Enfrentamento ao Coronavírus, composto por chefes dos poderes e órgãos autônomos para análise de estratégia, visando a erradicação da pandemia. Também instituiu o Comitê Interinstitucional de Prevenção, Verificação e Monitoramento dos Impactos da covid-19, por meio do decreto nº 24.893, de março de 2020 e orientou que todos ficassem em casa até que os dias de horror cessassem. Não cessaram...

Por mais de um ano, a população de Rondônia assistiu os números que correspondiam a contaminação e óbitos por covid-19 subirem e descerem, e o coronel Marcos Rocha, firme no propósito de proteger a população da exposição, autorizou a publicação de 72 atos normativos orientando as pessoas, de como proceder. Foram emitidas, também, inúmeras notas técnicas, boletins, relatórios e matérias informativas, todas com o objetivo de se conectar com as pessoas numa época em que o distanciamento foi uma palavra recorrente. Nesse período, os canais de comunicação oficiais foram avaliados e colocaram o Estado de Rondônia em evidência no quesito transparência.

“Foi um tempo sombrio. Como se andássemos com os olhos vendados. Não enxergávamos o vírus, mas sentíamos a atuação dele. Foi doloroso ver pais, mães, famílias inteiras sofrendo. Mas ao mesmo tempo, me recompunha ver a atuação de nossos profissionais de saúde, determinados a salvar vidas. Essa mistura de sentimentos me impulsionava. Eu conversava com minha equipe técnica: se tiver que comprar vacinas, vamos comprar; se tiver que ampliar leitos, vamos ampliar; se tiver que equipar, vamos equipar as Unidades de Saúde. O que precisar fazer para ajudar a salvar o nosso povo, vamos fazer. E minha equipe estava comigo”, lembra.

Ainda no primeiro ano da pandemia, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), instaurou o Sistema de Comando de Incidentes (Sala de Situação Integrada – SCI), composta por representantes da Sesau, Agevisa e Corpo de Bombeiros, para enfrentamento da covid-19. Por meio da Sala de Situação, diversas ações foram adotadas, como: monitoramento diário dos casos, óbitos, internações e realizações de exames, com o objetivo de informar a população acerca da circulação do vírus no Estado e respaldar a imprensa com dados oficiais. O coronel Marcos Rocha comprou o Hospital de Campanha, hoje chamado de Hospital de Retaguarda, ampliou o número de leitos, equipou hospitais estaduais, municipais, repassou recursos para as Unidades de Saúde e autorizou a contratação emergencial de profissionais de saúde, ou seja, uniu todos os esforços para combater o coronavírus.  


REALIZADOS 62 PROCESSOS SELETIVOS SIMPLIFICADOS


Neste período, foram publicados 62 processos seletivos simplificados para atendimento de necessidade de ampliação das equipes de saúde para atuarem no enfrentamento da covid-19. Em dezembro de 2020, a Sesau contava com 2.013 servidores emergenciais em efetivo exercício. A folha de pagamento anual para essa força tarefa foi de R$ 90.807.670,41 (noventa milhões e oitocentos e sete mil e seiscentos e setenta reais e quarenta e um centavos).

Para o combate a covid-19, foram adquiridos mobiliários e equipamentos, como aparelhos de raios-x, camas elétricas, ultrassom colorido, otoscópios, foco auxiliar de luz de emergência, dentre outros equipamentos, para serem distribuídos às Unidades de Saúde do Estado. As aquisições visaram, também, atender a ampliação de leitos no Estado. No auge da pandemia, estavam disponíveis 587 leitos estaduais e 238 municipais (custeados pelo Estado), num total de 825 leitos.

E quando as vacinas chegaram, novamente Rondônia se despontou, dessa vez, entre os Estados que entregavam as vacinas com rapidez para a população. “Foram tempos difíceis, e com a ajuda de Deus, dia após dia fomos vencendo. Demos o primeiro passo: mesmo em tempos de pandemia conseguimos avançar. Tenho certeza que poderemos fazer muito mais pelo nosso povo. Esse povo valente, de pessoas boas”, finaliza o coronel Marcos Rocha.




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