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Porto Velho,17/07/2024

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Justiça manda 'Polaquinho' para o banco dos réus por morte do popular 'Tito' em Monte Negro

Jornal Rondoniavip
Justiça manda 'Polaquinho' para o banco dos réus por morte do popular 'Tito' em Monte Negro
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Júlio César Cabral, vulgo "Polaquinho" vai enfrentar julgamento do Tribunal do Júri sob acusação de mandar matar o comprador de gado Cícero Quirino da Silva, popular "Tito", o crime ocorreu em 19 de janeiro de 2022. Saiba mais sobre este caso acessando os links abaixo.

Polaquinho chegou a ser preso pelo crime, mas obteve Habeas Corpus e conseguiu o direito de responder o processo criminal em liberdade até o julgamento.

No último dia 03 de junho, o Juízo da Primeira Vara Criminal de Ariquemes proferiu sentença de pronúncia reconhecendo indícios de que Polaquinho encomendou a morte de Tito por motivo de desentendimento provocado por "boatos" de um suposto relacionamento extraconjugal de sua esposa com Tito. Com esta recente decisão Polaquinho será julgado pelo Tribunal do Júri, os advogados do acusado recorreram da decisão.

A reportagem do Rondoniavip teve acesso a decisão judicial que mostra vários depoimentos sobre o crime, veja trechos;

O agente de Polícia Civil M.R., ouvido em juízo, explicou que as investigações em relação ao envolvimento do réu (Polaquinho) com a morte de “Tito” deu início a partir da oitiva das testemunhas que davam conta do suposto envolvimento amoroso entre a esposa de JÚLIO CESAR, e a vítima Cícero. Disse que o acusado (Polaquinho) confirmou o referido boato, mas negou que houve discussão com a vítima (Tito) dentro do veículo.

Afirmou que com a apreensão do celular de Leandro (pistoleiro) foi possível colher elementos sobre a participação de JÚLIO CESAR no crime.

Relatou que no dia 05/1/2022 houve uma discussão entre “Tito” e JÚLIO CESAR” e, que nesta data, Leandro enviou uma mensagem ao acusado dizendo “perguntou lá?”. Entretanto, o restante das mensagens foram apagadas. Explicou que ao analisar as mensagens trocadas, apurou-se que aquelas que se referiam às tratativas de compra e venda de gado estavam completas, entretanto aquelas que se referiam à vítima estavam cortadas e apagadas.

Informou que as mensagens sobre o negócio de gado seguiam uma sequência lógica, com detalhes sobre o pagamento, mas sobre a vítima eram frases curtas e pareciam que estavam conversando em código e que Leandro pedia para chamar em outro telefone.

Confirmou que as mensagens trocadas entre Leandro e o réu sobre a compra e venda de gado não foram apagadas, no entanto, quando falavam sobre a vítima foram todas apagadas.

Segundo a testemunha, JÚLIO CESAR não apresentou seu aparelho celular para ser periciado, sob a justificativa de que um caminhão teria passado por cima do aparelho. Pontuou que o acusado e Leandro conversavam com frequência, que as conversas se deram de dezembro até janeiro (data do homicídio), porém após o homicídio eles pararam de conversar. Disse que não ficou confirmado o suposto relacionamento extraconjugal entre a esposa do réu e a vítima.





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