Mattheus Braga: A atual situação do mercado de trabalho para a juventude

Matheus Braga é formado em gestão empresarial pela faculdade Uniron e trabalha na Empresa Coimbra Imp e Exp LTDA do setor atacadista distribuidor. Participa de ações sociais, atua como colaborador no hospital de câncer de barretos

Por Mattheus Braga 27/04/2016 - 01:12 hs

A questão atual do mercado de trabalho, não só para a juventude mas em geral,  está em uma situação que podemos definir como ''parada'', por conta da atual crise que o país enfrenta. 

As decisões que são tomadas em Brasilia, interferem em todas as capitais do Brasil, a nossa querida Rondonia, não e diferente, mas com relação ao jovem no mercado de trabalho, acredito que falta, mais apoio do governo em incentivar cada vez mais, os empresários, á contratarem jovens, para cada vez mais incentivarem os jovens á sairem da sua zona de conforto, e buscarem vencer na vida, pois só assim, conseguiremos transformar o nosso Brasil. 

Eu por exemplo comecei a trabalhar cedo, tive a oportunidade do primeiro emprego, me destaquei, busquei conhecimento, e conseguir me inserir no mercado de trabalho, então assim, as vezes a oportunidade ela está, mas próxima que nós imaginamos, tudo e questão de iniciativa, eu sempre digo, que para o sucesso, existem 3 passos: Vontade própria de fazer a diferença, Disposição acordar cedo todos os dias, com um pensamento que o hoje será melhor do que o ontem, e ver o que eu posso fazer diferente hoje para que não seja igual o ontem, E por ultimo, agarrar bem as oportunidades que a vida oferece. 

Eu trabalho em uma empresa fazem 6 anos, fiz vários cursos profissionalizantes, sou formado em Gestão empresarial.

 

Confira os últimos estudos feitos sobre a situação atual do país:

Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios - PNAD 2004

Situação do mercado de trabalho


No País, o nível da ocupação das pessoas de 10 anos ou mais de idade (percentual de pessoas ocupadas na população de 10 anos ou mais de idade) foi de 56,5% em 2004, sendo de 68,2% na população masculina e de 45,6% na feminina.


As populações ocupadas masculina e feminina se distribuem de forma bastante distinta nos segmentos da atividade econômica. Perto de dois terços das mulheres ocupadas estavam concentradas em quatro grupamentos de atividade (serviços domésticos; educação, saúde e serviços sociais; agrícola; e comércio e reparação), sendo que o maior absorvia 17,1% e o menor, 15,9%. Já na distribuição da população

masculina, os quatro maiores grupamentos (agrícola; comércio e reparação; indústria; e construção) reuniam quase 70% dos homens, mas o maior detinha 24,5% e o menor, 10,6%.


Os empregados e trabalhadores domésticos, em conjunto, representavam 62,9% da população ocupada, sendo que os empregados, isoladamente, constituíam mais da metade (55,2%). A segunda maior parcela da população ocupada era formada pelos trabalhadores por conta própria (22,0%). As categorias dos trabalhadores sem contrapartida de remuneração (trabalhadores não-remunerados, na produção para o próprio consumo e na construção para o próprio uso) abrangiam 11,1% da população ocupada e os empregadores, 4,1%.


A distribuição por posição na ocupação em atividade agrícola é bastante distinta da referente à atividade não-agrícola. Em atividade agrícola, as participações dos empregados, trabalhadores por conta própria, não-remunerados e na produção para o próprio consumo variaram de 19,1%, nesta última categoria, a 27,6%, na primeira. Já em atividade não-agrícola, os empregados e trabalhadores domésticos abrangiam 72,2% e os trabalhadores por conta própria, 20,8%.


A participação dos empregados na população ocupada da Região Sudeste (63,4%) foi a maior e a da Nordeste (44,3%), a menor. Já a participação dos trabalhadores por conta própria foi mais elevada na Região Nordeste (27,4%) e mais baixa na Sudeste (18,6%).


No contingente dos empregados, a parcela do emprego registrado representava cerca de dois terços, dos quais 55,0% eram de pessoas com carteira de trabalho assinada e 11,9%, militares e funcionários públicos estatutários. Na população dos trabalhadores domésticos, 25,8% usufruíam os direitos assegurados pela carteira de trabalho assinada.


Regionalmente, a composição dos empregados mostrou diferenças sensíveis. A Região Nordeste deteve a maior participação do emprego sem registro, seguida da Norte, enquanto a Sul destacou-se com a mais baixa

Em questão, o que pode nos fortalecer, é acreditar em um futuro melhor para o país.