Homem é preso após jogar gasolina contra proprietária e funcionário de posto de combustíveis em Cacoal
Suspeito teria se revoltado após ter a venda de combustível recusada por utilizar recipiente inadequado; funcionário precisou de atendimento médico após ser atingido pela gasolina.
Imagem criada por IA. Um homem foi preso em flagrante na quinta-feira (9) após jogar gasolina contra a proprietária e um funcionário do Posto Pioneiros, localizado na Avenida Castelo Branco, em Cacoal. O caso ocorreu depois que o suspeito teve a compra de combustível negada por apresentar um recipiente considerado inadequado para o armazenamento de gasolina, conforme as normas de segurança.
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De acordo com a ocorrência, o homem chegou ao estabelecimento portando uma embalagem plástica semelhante a um frasco de detergente, com capacidade aproximada de dois litros, e solicitou a compra de gasolina. Os funcionários informaram que o abastecimento não poderia ser realizado naquele recipiente, em cumprimento às exigências de segurança para comercialização de combustíveis.
Inconformado com a negativa, o suspeito deixou o local. Pouco tempo depois, retornou com a embalagem já contendo gasolina e, ao encontrar a proprietária do posto, lançou o recipiente ao chão, espalhando o combustível e atingindo a mulher.
Durante a confusão, um funcionário tentou conter o homem, mas também foi atingido pela gasolina, inclusive no rosto. Em razão da exposição ao combustível, ele precisou ser socorrido e encaminhado ao Hospital Municipal de Cacoal para receber atendimento médico.
Quando a Polícia Militar chegou ao posto, o autor já havia fugido. Após diligências nas proximidades, os policiais localizaram o suspeito nas imediações do Supermercado Irmãos Gonçalves.
Segundo o registro policial, durante a abordagem o homem confessou que ficou nervoso após a recusa da venda da gasolina e admitiu ter arremessado o recipiente próximo à proprietária, além de lançá-lo contra o funcionário.
O suspeito recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil, onde permaneceu à disposição da Justiça. O caso será investigado e, em tese, poderá resultar na apuração dos crimes de lesão corporal e exposição da integridade física de terceiros a perigo.



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