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Porto Velho,10/03/2026

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Servidor da Câmara de Cacoal é preso suspeito de abuso contra criança de 2 anos e bebê de 6 meses deixados sob seus cuidados; ele teria filmado os atos

Homem, amigo da família, teria praticado o crime após a mãe sair para trabalhar; delegado plantonista afirmou não haver provas suficientes para manter a prisão

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Servidor da Câmara de Cacoal é preso suspeito de abuso contra criança de 2 anos e bebê de 6 meses deixados sob seus cuidados; ele teria filmado os atos EUIDEAL
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EUIDEAL - Um servidor público vinculado à Câmara Municipal de Cacoal foi preso nesta segunda-feira (2) suspeito de cometer abusos contra duas crianças — uma menina de três anos e um bebê de apenas seis meses. Ele, no entanto, foi liberado horas depois.

Segundo as informações apuradas, o homem é amigo da família das vítimas. O caso teria ocorrido após a mãe sair para trabalhar e deixar os filhos sob os cuidados de uma babá, que teve que sair mais cedo das suas funções e o suspeito tomou de conta.

De acordo com o relato, além dos abusos, o investigado também teria filmado o ato envolvendo o bebê. Ao retornar para casa e perceber sinais de possível violência, a mãe acionou imediatamente a Polícia Militar.




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O suspeito teria fugido inicialmente, mas foi localizado após diligências realizadas pelas guarnições e conduzido à Delegacia de Polícia Civil.

Conforme informado, o delegado plantonista entendeu que, naquele momento, não havia elementos probatórios suficientes para manter a prisão em flagrante, razão pela qual o suspeito foi liberado. O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que deverá aprofundar a apuração dos fatos.

As duas crianças foram encaminhadas à unidade Materno Infantil, onde passaram por atendimento médico e exames periciais. Elas permanecem sob acompanhamento de profissionais de saúde, enquanto o Conselho Tutelar acompanha o caso.

Denúncia

A violência contra crianças e adolescentes é crime. Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo Disque 100 ou pelo telefone 190, da Polícia Militar.

A identidade das vítimas está sendo preservada, conforme determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Assista a reportagem de Diego Maia:





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