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Porto Velho,08/04/2026

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Ieda Chaves propõe destinação de R$ 106 mil para compra de medicamentos em Nova Brasilândia

Falta de medicamentos pressiona atendimento e compromete continuidade de tratamentos no interior.

Texto: Etiene Gonçalves
Ieda Chaves propõe destinação de R$ 106 mil para compra de medicamentos em Nova Brasilândia Foto: Thyago Lorentz l Secom ALE/RO - Marcelo Gladson l Secom GOV/RO
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A deputada estadual Ieda Chaves (União Brasil) apresentou a Indicação nº 16.418/26 ao governo de Rondônia solicitando a liberação de R$ 106 mil para a aquisição de medicamentos destinados ao município de Nova Brasilândia D’Oeste. A medida também foi encaminhada à Casa Civil e à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).

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A proposta aponta um problema recorrente nos municípios do interior: a dificuldade em manter o abastecimento regular de medicamentos na rede pública. A parlamentar sustenta que a falta desses insumos compromete diretamente a continuidade dos tratamentos e pressiona ainda mais o sistema de saúde local.


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No documento, Ieda Chaves destaca que garantir o acesso a medicamentos não é apenas uma questão administrativa, mas uma condição básica para evitar o agravamento de doenças. “A implementação da medida proposta proporcionará benefícios diretos aos cidadãos, assegurando maior disponibilidade de medicamentos, redução da descontinuidade de tratamentos e melhoria na qualidade de vida dos pacientes atendidos pela rede pública”, observa.

Outro ponto levantado é o impacto direto na vida do cidadão. “A iniciativa contribui, ainda, para a eficiência do sistema de saúde local, promovendo melhor gestão dos recursos, organização dos serviços e fortalecimento da atenção básica e especializada”, afirma, ao lembrar que a indisponibilidade de insumos “aumenta custos, dificulta o tratamento e amplia a sobrecarga sobre outras unidades de saúde”.




Demanda crescente

Nova Brasilândia D’Oeste, localizada na Zona da Mata, tem demanda crescente por serviços de saúde e depende, em grande parte, do suporte estadual para manter o atendimento funcionando de forma regular. Ao justificar a proposta, a deputada recorre ao princípio constitucional que trata a saúde como direito de todos e dever do Estado.




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