URGENTE: Presidente do TJ é o novo governador de Rondônia, confirma documento
Ofício oficial comprova afastamento do governador e recusa na linha sucessória, cenário antecipado com exclusividade pelo site
Imagem do site EU IDEAL EUIDEAL - O presidente do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO), desembargador Alexandre Miguel, deverá assumir o Governo do Estado de forma interina durante a viagem internacional do governador Marcos Rocha. A informação foi confirmada por meio de documento oficial obtido com exclusividade pelo site Eu Ideal.
O Ofício nº 3451/2026/GOV-RED, assinado pelo próprio governador, formaliza o afastamento do território nacional no período de 15 a 24 de abril de 2026 e trata diretamente da substituição constitucional no comando do Estado .
No documento, o chefe do Executivo detalha que a sucessão não seguirá o rito comum devido a impedimentos dos nomes que antecedem o Judiciário na linha sucessória.
O texto confirma que o vice-governador Sérgio Gonçalves não assumirá o cargo, em razão de ausência por interesse particular. Também aponta que o presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano, comunicou previamente sua ausência e impedimento para exercer a função no período .
Diante desse cenário, o governador solicita oficialmente que o presidente do TJ-RO se manifeste sobre a possibilidade de assumir o cargo, conforme prevê o artigo 59 da Constituição do Estado de Rondônia, que trata da sucessão em casos de afastamento simultâneo.
Com isso, a linha sucessória alcança o Judiciário, consolidando a situação já antecipada pelo Eu Ideal nos bastidores políticos do Estado.
Caso se confirme a posse interina, Rondônia poderá registrar um fato considerado inédito em sua história recente: dois irmãos ocupando o cargo de governador em um curto intervalo de tempo. Isso porque o desembargador Raduan Miguel, irmão de Alexandre Miguel e atual presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RO), já exerceu a função de governador interino anteriormente.
A confirmação por meio do documento reforça a apuração exclusiva do Eu Ideal e evidencia um momento atípico na política estadual, com a transferência temporária do comando do Executivo para o Judiciário em razão de fatores institucionais e legais.








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