Pré-candidato ao Senado, Luis Fernando projeta Rondônia como polo logístico da agroindústria no Norte
Foto: Divulgação Localizado numa região estratégica e com um setor produtivo cada vez mais competitivo, o Estado de Rondônia tem tudo para se tornar um polo logístico da agroindústria na região Norte. É o que defende o pré-candidato ao Senado pelo estado, Luis Fernando (PSD).
A fala foi desenvolvida durante o IV Congresso Estadual dos Auditores Fiscais de Rondônia (Conefisco), que aconteceu neste fim de semana em Porto Velho e que teve Luis Fernando como um dos principais destaques.
“Rondônia tem dois tesouros nas mãos que precisa começar a usar com foco no futuro. O primeiro é a nossa localização, que praticamente é uma ponte entre a Amazônia, o centro-sul do Brasil e a região do Pacífico, além disso temos uma das hidrovias mais consolidadas e preparadas para o transporte de cargas com direção ao Atlântico, que é o rio Madeira”, explica o ex-secretário de Finanças.
A ideia de Luis Fernando é que o estado já está numa posição estratégica para o transporte de mercadorias, o diferencial seria se consolidar também como um polo da agroindústria.
“Rondônia é hoje um celeiro que alimenta o Brasil e até o mundo, mas precisamos pensar que também temos potencial para processar essa produção aqui mesmo e, assim, agregar valor ao nosso produto final. Ou seja, a gente pode produzir, industrializar e ainda se converter num centro de armazenagem e distribuição para todo o país”, defende o pré-candidato.
Voltando ao tom do evento, Luís Fernando também falou sobre o papel estratégico da Reforma Tributária e defendeu um preparo técnico para que o crescimento de Rondônia não seja comprometido à medida que as mudanças da reforma comecem a ser implementadas.
“Rondônia avançou em muitos pontos, mas ainda há muito o que ser defendido na esfera federal. O Estado precisa estar presente nos espaços de decisão e com representação qualificada, de alguém que conheça a máquina pública e consiga transformar o conhecimento técnico em políticas públicas que gerem resultado para a população”, concluiu.




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