'Não sou filho de pai assustado. Se quiser ir pro ataque, também vou atacar', diz Fúria ao responder Marcos Rogério após ação
Pré-candidato afirma que decisão judicial será cumprida, mas critica judicialização e defende campanha baseada em propostas
Reprodução Eu Ideal EUIDEAL - O pré-candidato ao governo de Rondônia, Adailton Fúria (PSD), comentou a decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RO) que determinou a retirada de um jingle associado ao seu nome, após ação movida pelo Partido Liberal (PL), ligado ao senador Marcos Rogério.
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Em entrevista ao site Eu Ideal, Fúria afirmou que o material citado na ação seria de uma campanha anterior, quando disputava a reeleição para a prefeitura de Cacoal, e que a divulgação ocorreu por iniciativa de apoiadores.
“É um jingle antigo, da época em que eu era candidato a prefeito. Se algum apoiador divulgou, isso foge ao nosso controle”, disse.
O pré-candidato destacou que respeita a decisão da Justiça Eleitoral e que orientou a retirada do conteúdo, mas demonstrou estranhamento com a repercussão do caso.
“O que chama atenção é um jingle de poucos segundos incomodar a ponto de ir à Justiça”, afirmou.
Questionado sobre o impacto da ação, Fúria negou qualquer tipo de intimidação e disse que o episódio faz parte do cenário político.
“Não me sinto intimidado. Isso faz parte do jogo político. O que a gente espera é uma eleição de propostas”, declarou.
Apesar do discurso de foco em propostas, o pré-candidato também sinalizou que não descarta reagir a eventuais ataques durante a campanha.
“Não é uma campanha de ataque, mas se precisar, a gente também não tem dificuldade. Estamos prontos para responder”, afirmou.
Fúria ainda ressaltou que pretende conduzir sua pré-campanha com base nas ações realizadas e nos projetos para o estado, defendendo o contato direto com o eleitor.
O episódio ocorre em meio ao aumento da judicialização no cenário político de Rondônia, com ações envolvendo pré-candidatos sendo analisadas pela Justiça Eleitoral.
Assista.


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