Vereador Adalto cobra conclusão de cemitério parado há anos em União Bandeirantes
Adalto de Bandeirantes visitou a obra inacabada nesta semana e voltou a exigir da Prefeitura providências urgentes; sem o espaço, famílias percorrem 320 km entre ida e volta a Porto Velho para sepultar entes queridos
Assessoria Parlamentar O vereador Adalto de Bandeirantes esteve nesta semana no terreno reservado para o futuro cemitério do distrito de União Bandeirantes, em visita para verificar de perto o andamento da obra, que segue paralisada e impede que a comunidade tenha um local próprio para realizar sepultamentos.
Durante a vistoria, o parlamentar renovou a cobrança dirigida ao Poder Executivo municipal, exigindo agilidade tanto na finalização da estrutura quanto na obtenção da licença que autorizaria o funcionamento do espaço. Segundo ele, essa dupla pendência é o que ainda mantém o cemitério inoperante, mesmo diante de uma necessidade antiga da população local.
Adalto destacou o impacto direto que essa demora provoca na rotina das famílias de União Bandeirantes. Sem um cemitério na própria comunidade, os moradores precisam se deslocar até Porto Velho sempre que perdem um ente querido, percorrendo cerca de 160 quilômetros para o sepultamento e a mesma distância no trajeto de volta.
Para o vereador, esse deslocamento representa um sofrimento adicional em um momento já naturalmente difícil para as famílias, que se veem obrigadas a enfrentar horas de viagem logo após vivenciar uma perda. Ele classificou a situação como um transtorno incompatível com o que a população merece, defendendo que a conclusão da obra deveria ser tratada como prioridade pela gestão municipal.
Na avaliação do parlamentar, resolver esse problema vai além de uma simples entrega de infraestrutura: trata-se de garantir dignidade às famílias de União Bandeirantes e das comunidades vizinhas, permitindo que possam se despedir de seus entes queridos sem a necessidade de longos e desgastantes deslocamentos.
Adalto afirmou que pretende manter a pressão sobre o Executivo até que a obra seja efetivamente concluída e todas as licenças pendentes sejam emitidas, viabilizando o funcionamento definitivo do cemitério e atendendo a uma demanda antiga da comunidade.


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