A sociedade é derrotada quando um homem algema uma mulher.
A sociedade é atacada quando a esperança de defesa tem seus direitos fundamentais violados.
O Estado de Direito fica fragilizado quando um agente estatal ultrapassa todos os limites e ataca uma advogada, viola um escritório de advocacia e, mais que isso, afronta toda a advocacia.
O delegado rasgou a Constituição que jurou respeitar. Ignorou as leis que outrora teve que estudar para ser aprovado em seu concurso.
Estamos diante de um caso que não admite ponto de vista contrário, que não sustenta polarização de opiniões. O que vimos foi um atentado ao Estado de Direito, uma grave violação à Constituição.
Que não descansemos até que o delegado arque com todas as consequências.
Minha mais sincera solidariedade à advogada Áricka Cunha.
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