Exclusivo: Hildon Chaves está em Brasília para tentar assumir União Brasil e viabilizar pré-candidatura ao governo de Rondônia
Informações foram comentadas pelo jornalista Juan Pantoja, do site Eu Ideal, em seu perfil nas redes sociais.
Reprodução Eu Ideal EUIDEAL - O ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, está em Brasília nesta quarta-feira (18/03) em uma articulação política para tentar assumir o comando do União Brasil em Rondônia e viabilizar sua pré-candidatura ao Governo do Estado. As informações foram divulgadas pelo jornalista Juan Pantoja, do site Eu Ideal, em seu perfil na rede social.
Atualmente, a sigla no estado está sob controle de Júnior Gonçalves, irmão do vice-governador, o que torna o cenário político ainda mais sensível. Nos bastidores, a avaliação é de que a permanência do grupo no comando do partido depende diretamente de uma possível movimentação do governador — que, até o momento, não deve se afastar do cargo, segundo indicativos recentes.
Caso isso se confirme, há a possibilidade de mudança no controle da legenda, abrindo espaço para novas articulações políticas, entre elas a tentativa de Hildon de assumir o partido.
De acordo com as informações divulgadas, o ex-prefeito busca fortalecer seu projeto político e já avalia a composição de chapa, incluindo a possibilidade de um vice da região do café, em Cacoal, onde também há movimentações importantes no cenário eleitoral.
Apesar das articulações, o cenário é considerado complexo e indefinido. Houve rumores de que Hildon teria assumido o comando do partido NOVO, mas a informação foi negada pelo próprio partido.
Nos bastidores, também ganha força o nome do prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, apontado como um dos principais nomes na disputa ao governo e com potencial de influência nas composições políticas, para indicação do vice em uma possível chapa.
Diante desse cenário, a avaliação é de que Hildon Chaves enfrenta dificuldades para consolidar alianças e, caso não avance nas articulações partidárias, pode ter que disputar as eleições com menor apoio político.
Assista o comentário do jornalista.






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