Prefeito tira militante petista da Funcultural e nomeia militante bolsonarista defensor do voto auditável
Mudança ocorre após repercussão de caso envolvendo suposto assédio; novo titular já se posicionou publicamente em pautas políticas nas redes sociais.
Foto: Divulgação EUIDEAL - O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, exonerou o então presidente da Funcultural – Fundação Cultural de Porto Velho, Antônio Ferreira, militante ligado ao Partido dos Trabalhadores (PT), após a repercussão de um caso envolvendo suposta denúncia de assédio, divulgado pela imprensa local.
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A exoneração ocorre em meio aos desdobramentos do episódio, que ganhou visibilidade após a divulgação de mensagens e uma ligação gravada por uma mulher, que relatou o caso. Ferreira chegou a negar as acusações em nota pública, mas a situação passou a ser acompanhada pela gestão municipal.

Para o lugar, o prefeito nomeou Vanderlei do Maracá, conhecido por sua atuação no meio cultural, com a realização de eventos, festas e shows na capital. Ele já integrava a equipe da Funcultural, onde atuava como diretor de eventos.
O novo presidente da fundação já se posicionou publicamente em pautas políticas, tendo defendido, por exemplo, o voto impresso auditável em 2022, além de participar de manifestações políticas.
A troca no comando da Funcultural evidencia uma mudança de perfil na gestão do órgão, em meio à repercussão do caso e ao cenário político polarizado.
Nos bastidores, a substituição é vista como uma resposta administrativa à crise gerada pela denúncia, ao mesmo tempo em que sinaliza uma nova condução à frente da política cultural do município.
A Prefeitura de Porto Velho ainda não detalhou oficialmente os critérios para a escolha do novo presidente da fundação.





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