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Porto Velho,09/04/2026

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PT de Rondônia articula chapa própria e pode lançar dois candidatos ao Senado em 2026

Com pré-candidatura de Expedito Neto ao governo, partido se organiza para disputar eleições com estrutura própria e novas filiações

EUIDEAL
PT de Rondônia articula chapa própria e pode lançar dois candidatos ao Senado em 2026 Foto: Divulgação
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EUIDEAL - O Partido dos Trabalhadores (PT) em Rondônia intensifica as articulações para as eleições de 2026 e trabalha com a possibilidade de lançar dois candidatos próprios ao Senado, buscando fortalecer uma chapa competitiva no estado.

A movimentação ocorre em paralelo à pré-candidatura do ex-deputado federal Expedito Neto ao Governo de Rondônia, que já atua na formação de nominatas e na ampliação da base partidária.

O partido tem investido na filiação de novos quadros e no fortalecimento de lideranças tradicionais. Um dos nomes recentes é o do ex-senador Amorim, que já se filiou à sigla para compor a nominata.


Além disso, o PT conta com nomes históricos que seguem com bom desempenho eleitoral, como o ex-prefeito Roberto Sobrinho, a deputada estadual Cláudia de Jesus, o sindicalista Ramon Cujuí e lideranças ligadas ao movimento sindical.

Com tempo de televisão relevante e um dos maiores fundos partidários, a estratégia do PT indica um caminho de maior independência na disputa eleitoral visando uma sobrevivência política, com a formação de chapa própria ao Senado.

O cenário se fortalece diante da possibilidade de afastamento de aliados históricos. O ex-senador Acir Gurgacz (PDT), que integra o campo da esquerda em Rondônia, deve caminhar politicamente ao lado do governador Marcos Rocha.

Um indicativo dessa aproximação foi visto recentemente, quando o ex-candidato a prefeito de Porto Velho, Célio Lopes (PDT), apareceu em agenda ao lado do governador Marcos Rocha, sinalizando uma possível reconfiguração das alianças.


Cenário em definição

Outro nome que pode impactar diretamente o cenário é o senador Confúcio Moura (MDB). Nos bastidores, há a avaliação de que o parlamentar enfrenta dificuldades na montagem de uma nominata competitiva dentro do MDB, o que pode levá-lo a buscar novas alternativas partidárias.

Uma das possibilidades discutidas é uma eventual filiação ao PT, estratégia que poderia garantir maior acesso ao fundo eleitoral, melhor estrutura de campanha e a formação de uma nominata mais robusta, já que o senador tem um alinhamento positivo com o Governo Federal.

Além disso, Confúcio poderia levar consigo nomes para competitivos, fortalecendo ainda mais o projeto eleitoral do partido no estado. A definição, no entanto, deve ocorrer ao longo das articulações políticas dos próximos meses.

Com esse cenário em construção, o PT tende a seguir com estratégia própria, apostando em sua estrutura nacional, base militante e no eleitorado fiel para ampliar sua representatividade.


A possibilidade de lançar dois candidatos ao Senado reforça o posicionamento do partido em disputar protagonismo nas eleições de 2026, em um ambiente político marcado por intensas articulações e mudanças de alianças.




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