Casal Chrys Dias e Débora Paixão é preso em condomínio de luxo em operação da PF contra esquema bilionário
Foto: Divulgação/Redes Sociais A Polícia Federal prendeu, nesta quarta-feira (15), o casal de influenciadores Chrys Dias e Débora Paixão durante a Operação Narco Fluxo, que investiga um suposto esquema estruturado de lavagem de dinheiro com ramificações em todo o país.
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As prisões ocorreram em uma propriedade de alto padrão no interior de São Paulo e foram autorizadas pela Justiça Federal de Santos. O casal é apontado como peça importante na movimentação financeira do grupo investigado.
Suspeita de financiamento do esquema
De acordo com as investigações, Chrys Dias e Débora Paixão teriam atuado como financiadores relevantes da organização, utilizando empresas e rifas digitais para transferir recursos a negócios ligados ao funkeiro MC Ryan SP, apontado como um dos principais alvos da operação.
A Polícia Federal também cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados, recolhendo documentos, celulares e outros materiais que devem reforçar as apurações.
Operação de alcance nacional
A Operação Narco Fluxo mobiliza mais de 200 policiais federais e cumpre dezenas de mandados de prisão e busca em diversos estados e no Distrito Federal. A ação mira uma associação criminosa suspeita de movimentar valores ilícitos por meio de operações financeiras complexas, incluindo uso de dinheiro em espécie e criptomoedas.
Além do casal, também foram presos outros nomes conhecidos, como MC Ryan SP, MC Poze do Rodo e o influenciador Raphael Sousa, ligado à página Choquei.
Bloqueio bilionário e investigação em curso
A Justiça determinou o bloqueio de bilhões em bens de investigados, além de restrições patrimoniais com o objetivo de interromper as atividades ilegais e garantir eventual ressarcimento.
As investigações apontam para um esquema de grande escala, com movimentação financeira expressiva e possível ligação com crimes como lavagem de dinheiro e associação criminosa.
Defesas se manifestam
As defesas dos investigados informaram que ainda não tiveram acesso aos autos do processo, que corre sob sigilo, e que irão se manifestar após conhecimento detalhado das acusações.



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