Seja bem-vindo
Porto Velho,11/05/2026

  • A +
  • A -
Publicidade

Presidente do Sinsemuc reage ao 'decreto do fim da alegria' e diz que servidores estão insatisfeitos em Cacoal

Fernando Neves afirma que medida interfere na atuação sindical e promete contestar decreto caso prefeitura não recue

EUIDEAL
Presidente do Sinsemuc reage ao 'decreto do fim da alegria' e diz que servidores estão insatisfeitos em Cacoal Reprodução Eu Ideal
Publicidade

Publicidade
EUIDEAL - A polêmica envolvendo o chamado “decreto do fim da alegria”, editado pelo prefeito de Cacoal, Tony Pablo, ganhou um novo capítulo após manifestação do presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Cacoal (Sinsemuc), Fernando Neves.

Em entrevista, o sindicalista afirmou que os servidores públicos ficaram insatisfeitos com o decreto que restringe confraternizações durante o horário de expediente nas repartições municipais.

“Eu trago aqui a insatisfação de quase 3 mil servidores públicos municipais”, declarou.

Segundo Fernando Neves, os servidores possuem direito legal a um período de descanso durante a jornada de trabalho e que pequenas confraternizações rápidas não prejudicam o andamento dos serviços públicos.

“A legislação garante esse momento de repouso físico e mental. Se o servidor quiser usar alguns minutos para confraternizar com colegas, dar parabéns ou compartilhar um bolo, isso não atrapalha o serviço”, afirmou.

O presidente do sindicato também rebateu a fala do prefeito Tony Pablo, que declarou recentemente que “não governa para o sindicato, mas para a população”.

Fernando afirmou que os servidores são responsáveis por executar os serviços públicos planejados pela gestão.

“Os servidores são aqueles que executam tudo aquilo que a administração organiza. Então é preciso respeito e valorização”, disse.

O Sinsemuc informou que protocolou pedido para revisão do decreto e aguarda resposta oficial da prefeitura no prazo de 15 dias.

Segundo Fernando Neves, caso a medida seja mantida, o sindicato poderá buscar o Poder Judiciário para contestar o decreto.

“A gente entende que o decreto interfere até mesmo na atuação sindical e na liberdade de representação dos servidores”, afirmou.

O sindicalista também alegou que a norma dificulta visitas e diálogos do sindicato com os servidores nos locais de trabalho.

Assista e continue lendo em seguida.




A gestão Tony Pablo sustenta que a medida busca evitar festas e eventos maiores durante o expediente, garantindo mais produtividade e melhor atendimento à população.

O prefeito já afirmou anteriormente que pequenas comemorações não estão proibidas, mas criticou confraternizações consideradas excessivas dentro das secretarias municipais.

O tema segue gerando debate em Cacoal e movimentando os bastidores políticos e administrativos do município.




COMENTÁRIOS

Buscar

Alterar Local

Anuncie Aqui

Escolha abaixo onde deseja anunciar.

Efetue o Login

Recuperar Senha

Baixe o Nosso Aplicativo!

Tenha todas as novidades na palma da sua mão.