Família Maggi domina ranking bilionário em Mato Grosso; empresário ligado a Rondônia aparece entre os mais ricos do Brasil
Lista da Forbes mostra força do agronegócio na formação das maiores fortunas do país e destaca nome com investimentos no sul de Rondônia
Imagem: Grupo Arinos A nova edição da lista global de bilionários da revista Forbes voltou a evidenciar a força do agronegócio brasileiro na formação de grandes patrimônios. Em Mato Grosso, os principais nomes do ranking seguem ligados ao grupo Amaggi, consolidando a influência econômica da família Maggi no setor agrícola nacional.
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Entre os destaques aparecem Blairo Maggi, além dos empresários Itamar Locks e Hugo Ribeiro, todos com patrimônio bilionário associado às operações da Amaggi. Segundo os levantamentos divulgados, cada um possui fortuna estimada em torno de US$ 1,3 bilhão a US$ 1,4 bilhão.
O ranking reforça a concentração das maiores riquezas mato-grossenses no agronegócio, especialmente na cadeia produtiva da soja, segmento que impulsionou a expansão econômica do estado nas últimas décadas. A Amaggi, fundada pela família Maggi na década de 1970, ampliou sua atuação para áreas como logística, energia e exportação de commodities agrícolas.
Embora Rondônia não tenha representantes residentes na lista de bilionários da Forbes, um nome ligado diretamente ao estado apareceu entre os mais ricos do país. O empresário Alceu Elias Feldmann, fundador do Grupo Fertipar, ocupa posição entre os 20 brasileiros mais ricos, com patrimônio estimado em US$ 3,7 bilhões.
Segundo publicações especializadas, Feldmann mantém investimentos relevantes no sul de Rondônia voltados ao setor agroindustrial, especialmente na área de fertilizantes e produção agrícola. A presença do empresário no ranking reforça o peso crescente do agronegócio na economia da região Norte.
A edição de 2026 da lista da Forbes registrou aumento no número de brasileiros bilionários, passando de 55 para 71 nomes em apenas um ano. O patrimônio somado desse grupo ultrapassa US$ 290 bilhões, impulsionado principalmente pelos setores financeiro, industrial e agropecuário.



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