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Porto Velho,13/05/2026

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Rondônia tem um dos menores índices de mulheres criando filhos sem cônjuge no Brasil, aponta IBGE

Dados do Censo 2022 mostram que estado aparece abaixo da média nacional em famílias chefiadas apenas por mães; cenário reflete mudanças sociais e econômicas nas estruturas familiares brasileiras.


Rondônia tem um dos menores índices de mulheres criando filhos sem cônjuge no Brasil, aponta IBGE Reprodução
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Rondônia registrou 14,08% de mulheres vivendo sem cônjuge e cuidando dos filhos, segundo dados do Censo Demográfico 2022, divulgados pelo IBGE. O percentual coloca o estado entre os menores índices do país nesse tipo de composição familiar.


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O levantamento mostra que o número de mães responsáveis sozinhas pelos filhos cresceu em todo o Brasil nas últimas décadas, mas em Rondônia o percentual permanece abaixo da média nacional, que chegou a 13,5% das famílias brasileiras em 2022.

Na Região Norte, Rondônia aparece atrás de estados como Amapá, que lidera o ranking nacional com 20,23%, Amazonas com 17,88% e Acre com 18,49%. O índice rondoniense também é inferior ao registrado em estados do Nordeste, região que concentra os maiores percentuais de monoparentalidade feminina no país.

Especialistas apontam que o crescimento desse modelo familiar está ligado a diversos fatores, como separações, independência financeira feminina, mudanças culturais e transformações no mercado de trabalho. O próprio IBGE destacou que, pela primeira vez, menos da metade das famílias brasileiras é formada por casais com filhos.

Outro dado relevante do levantamento mostra que Rondônia também possui um dos menores percentuais de domicílios chefiados por mulheres no país. Enquanto nacionalmente as mulheres já representam quase metade dos responsáveis pelos lares brasileiros, o estado registrou 44,3%, um dos índices mais baixos entre todas as unidades federativas.

Apesar de aparecer abaixo da média nacional, os números revelam uma transformação silenciosa na estrutura familiar rondoniense. O avanço de famílias comandadas apenas por mães reforça debates sobre políticas públicas voltadas à assistência social, creches, mercado de trabalho e proteção à mulher.

Os dados fazem parte do recorte sobre Nupcialidade e Família do Censo 2022, divulgado pelo IBGE, que analisou a composição dos lares brasileiros e as mudanças demográficas ocorridas nas últimas décadas.




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