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Porto Velho,05/06/2026

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TSE libera R$ 4,9 bilhões do Fundo Eleitoral para campanhas de 2026

Distribuição dos recursos públicos entre os partidos já foi divulgada pela Justiça Eleitoral; maiores bancadas ficarão com as maiores parcelas do fundo.

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TSE libera R$ 4,9 bilhões do Fundo Eleitoral para campanhas de 2026 Arte: Secom/TSE
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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou os valores que serão destinados aos partidos políticos por meio do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para as eleições de 2026. Ao todo, cerca de R$ 4,9 bilhões em recursos públicos serão distribuídos entre 30 legendas que disputarão o pleito deste ano.


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A publicação atende às determinações da legislação eleitoral, que estabelece a divulgação dos valores após o repasse dos recursos pela União à Justiça Eleitoral. O montante será utilizado para custear despesas das campanhas de candidatos aos cargos de presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual.

Os critérios de divisão levam em consideração a representatividade dos partidos no Congresso Nacional, o que faz com que as maiores legendas recebam parcelas mais expressivas do fundo. De acordo com os números divulgados, o Partido Liberal (PL) ficou com a maior fatia dos recursos, seguido pelo Partido dos Trabalhadores (PT) e pelo União Brasil. Juntas, as três siglas concentrarão aproximadamente 40% de todo o Fundo Eleitoral disponível para as eleições deste ano.

Segundo o TSE, o FEFC é composto exclusivamente por verbas públicas destinadas ao financiamento das campanhas eleitorais. A medida foi criada para reduzir a influência de grandes financiadores privados nas disputas eleitorais e ampliar a transparência no processo de arrecadação de recursos.

A Justiça Eleitoral informou ainda que a distribuição segue regras definidas em lei e que os partidos deverão prestar contas detalhadas sobre a aplicação dos valores recebidos. O uso dos recursos será fiscalizado pelos órgãos competentes durante e após o período eleitoral.

Com a definição dos repasses, as legendas passam a ter um panorama mais claro sobre a estrutura financeira disponível para organizar suas estratégias e campanhas nas eleições gerais de outubro, consideradas uma das mais importantes dos últimos anos no cenário político nacional.

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