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Porto Velho,09/04/2026

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Acusado de matar professora diz à PM que tinha 'romance' com a vítima, depois se cala diante de delegado e Justiça decreta prisão preventiva; versão pode ser invenção

Juan Pantoja/EUIDEAL
Acusado de matar professora diz à PM que tinha 'romance' com a vítima, depois se cala diante de delegado e Justiça decreta prisão preventiva; versão pode ser invenção Foto: Divulgação
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EUIDEAL - A Justiça converteu em prisão preventiva a detenção em flagrante do acusado de assassinar a professora de Direito e escrivã de polícia Juliana Santiago, durante audiência de custódia realizada na manhã deste sábado (7). Ele deverá ser encaminhado ainda hoje ao sistema prisional.

O crime ocorreu dentro de uma sala de aula de uma faculdade particular de Porto Velho, na noite de sexta-feira (6), causando forte comoção entre alunos e funcionários.

Versão apresentada e silêncio posterior

Logo após ser preso, o suspeito, João C. C. Júnior, de 24 anos, afirmou à Polícia Militar que mantinha um suposto relacionamento amoroso com a vítima e que teria agido por ciúmes.

Pouco depois, ao ser ouvido pelo delegado de plantão no Departamento de Flagrantes, ele optou por permanecer em silêncio, não sustentando a versão apresentada anteriormente — o que levanta a possibilidade de que o relato do “romance” tenha sido uma tentativa de justificar o crime.

Investigação busca esclarecer motivação

A Polícia Civil irá analisar todas as provas, entre elas mensagens de celulares da vítima, do acusado e de testemunhas para apurar o real motivo do assassinato. 

Juliana era muito querida na instituição de ensino. O crime deixou a comunidade acadêmica profundamente abalada, com homenagens e manifestações de pesar.




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