Acusado de matar professora diz à PM que tinha 'romance' com a vítima, depois se cala diante de delegado e Justiça decreta prisão preventiva; versão pode ser invenção
Foto: Divulgação EUIDEAL - A Justiça converteu em prisão preventiva a detenção em flagrante do acusado de assassinar a professora de Direito e escrivã de polícia Juliana Santiago, durante audiência de custódia realizada na manhã deste sábado (7). Ele deverá ser encaminhado ainda hoje ao sistema prisional.
O crime ocorreu dentro de uma sala de aula de uma faculdade particular de Porto Velho, na noite de sexta-feira (6), causando forte comoção entre alunos e funcionários.
Versão apresentada e silêncio posterior
Logo após ser preso, o suspeito, João C. C. Júnior, de 24 anos, afirmou à Polícia Militar que mantinha um suposto relacionamento amoroso com a vítima e que teria agido por ciúmes.
Pouco depois, ao ser ouvido pelo delegado de plantão no Departamento de Flagrantes, ele optou por permanecer em silêncio, não sustentando a versão apresentada anteriormente — o que levanta a possibilidade de que o relato do “romance” tenha sido uma tentativa de justificar o crime.
Investigação busca esclarecer motivação
A Polícia Civil irá analisar todas as provas, entre elas mensagens de celulares da vítima, do acusado e de testemunhas para apurar o real motivo do assassinato.




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