Médicos dizem que Bolsonaro “quase morreu” após complicação pulmonar
Foto: Pablo Porciuncula - 14.set.25/AFP A equipe médica que acompanha o ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (13) que a complicação de saúde que levou à sua internação foi um evento grave e potencialmente fatal.
Segundo o médico Claudio Birolini, o episódio representou um risco real à vida do ex-presidente. Apesar disso, ele afirmou que Bolsonaro está consciente e estabilizado no momento.
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De acordo com o cardiologista Leandro Echenique, Bolsonaro permanecerá internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por tempo indeterminado.
Os médicos também informaram que ele apresentou sinais de bacteremia, condição que indica presença de bactéria na corrente sanguínea. A atual pneumonia é considerada a terceira e a mais grave enfrentada pelo ex-presidente.
Para o médico Brasil Caiado, a rapidez com que a infecção avançou chamou atenção da equipe. Segundo ele, exames realizados poucas horas após o início dos sintomas já mostravam comprometimento significativo dos pulmões.
Tratamento e acompanhamento
Bolsonaro está recebendo antibióticos por via intravenosa e suporte clínico, permanecendo sob monitoramento constante na UTI.
O ex-presidente está acompanhado pela esposa, Michelle Bolsonaro, e possui autorização para receber visitas de familiares. Por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, o acesso ao quarto é restrito e não é permitido o uso de celulares ou computadores.
Histórico de problemas de saúde
Desde o atentado a faca sofrido durante a campanha eleitoral de 2018, em Juiz de Fora, Bolsonaro enfrenta complicações recorrentes de saúde, incluindo obstruções intestinais e cirurgias abdominais relacionadas às sequelas do ataque.





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