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Porto Velho,09/04/2026

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Folha de São Paulo aponta que Marcos Rocha permanece no cargo em meio a conflitos com vice; Eu Ideal apura viagem internacional

Levantamento indica que decisão envolve disputas políticas e estratégia para sucessão nos estados

EUIDEAL
Folha de São Paulo aponta que Marcos Rocha permanece no cargo em meio a conflitos com vice; Eu Ideal apura viagem internacional Foto: Divulgação
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EUIDEAL - O governador de Rondônia, Marcos Rocha (PSD), não deve renunciar ao cargo para disputar o Senado Federal. A informação foi divulgada pela Folha de S.Paulo, que aponta que ao menos oito governadores em fim de segundo mandato optaram por permanecer nos cargos até o término da gestão.

Segundo a reportagem da Folha de São Paulo, o movimento envolve diferentes fatores políticos, incluindo frustrações em projetos eleitorais, cenários instáveis nos estados e, principalmente, desgastes na relação com vice-governadores.


No caso de Rondônia, o nome de Marcos Rocha aparece entre os gestores que enfrentam rusgas com seus vices. O levantamento também cita outros governadores, como Ratinho Junior (PSD) e Eduardo Leite (PSD), que, por diferentes motivos, também decidiram não disputar cargos nas eleições deste ano.

Ainda de acordo com a publicação, este é o maior número de governadores fora da disputa nas últimas eleições. Em 2022, apenas cinco dos 27 chefes de Executivo estaduais não participaram do pleito, enquanto em 2018 esse número foi de quatro.

Em alguns estados, a permanência no cargo está diretamente ligada a disputas internas. Governadores teriam optado por não renunciar para evitar que seus vices assumissem o comando e ganhassem força política como potenciais adversários.

Nos bastidores de Rondônia, apuração do Eu Ideal indica que Marcos Rocha prepara uma nova viagem internacional, desta vez para países da Ásia. O processo administrativo envolvendo diárias e deslocamento já estaria em andamento desde o mês passado.

Caso o governador permaneça fora do país por mais de 15 dias, o vice-governador Sérgio Gonçalves (União Progressista) deve assumir interinamente o comando do Estado.


O cenário reforça as movimentações políticas que antecedem o período eleitoral e evidencia estratégias adotadas por governadores para conduzir a sucessão em seus respectivos estados.




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