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Porto Velho,08/04/2026

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Master pagou R$ 40 milhões a escritório da família de Moraes em 2024, diz jornal

Gazeta do Povo
Master pagou R$ 40 milhões a escritório da família de Moraes em 2024, diz jornal Foto: Mariana Campos/CB/D.A Press
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O Banco Master pagou R$ 40,11 milhões ao escritório de advocacia da família do ministro Alexandre de Moraes, em 2024. A informação foi revelada, na noite desta terça-feira (7), pelo jornal Folha de S. Paulo, que teve acesso à declaração de Imposto de Renda do Master, que teve o sigilo quebrado pela CPI do Crime Organizado.

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De acordo com a apuração, o Master declarou à Receita ter feito 11 pagamentos mensais de R$ 3.646.529,72 ao escritório em 2024, totalizando R$ 40.111.826,92.

O banco informou ter recolhido R$ 2.466.877,38 em impostos retidos na fonte. O contrato foi interrompido quando o Banco Central determinou a liquidação do Banco Master, em novembro de 2025.


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O Banco Master pagou R$ 40,11 milhões ao escritório de advocacia da família do ministro Alexandre de Moraes, em 2024. A informação foi revelada, na noite desta terça-feira (7), pelo jornal Folha de S. Paulo, que teve acesso à declaração de Imposto de Renda do Master, que teve o sigilo quebrado pela CPI do Crime Organizado.

De acordo com a apuração, o Master declarou à Receita ter feito 11 pagamentos mensais de R$ 3.646.529,72 ao escritório em 2024, totalizando R$ 40.111.826,92.

O banco informou ter recolhido R$ 2.466.877,38 em impostos retidos na fonte. O contrato foi interrompido quando o Banco Central determinou a liquidação do Banco Master, em novembro de 2025.

"Deveriam ter chegado antes. Por algum motivo, a Receita [Federal] esqueceu desses dados no primeiro envio", disse o senador. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), se recusou a prorrogar os trabalhos da CPI.

Com isso, a comissão será encerrada na próxima terça (14). Para Vieira, Alcolumbre presta um “grande desserviço à nação”, pois a comissão tem “assuntos importantes a analisar”.

“A CPI fez o que nenhuma outra conseguiu fazer antes, que é materializar o envolvimento de determinados ministros [do STF] com figuras que estão sob investigação”, disse o senador. No plenário, Vieira também falou sobre os relatórios da Receita enviados ao colegiado.

“Foi preciso solicitar a complementação para que chegasse o dado bancário que comprova o recebimento e a dedução de impostos pelo escritório da doutora Viviane Barci. Só em um ano, R$ 40 milhões recebidos", destacou.
"Contraprestação de serviço? A própria doutora Viviane já publicizou: nada que justifique esse valor", acrescentou Vieira.



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