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Porto Velho,01/05/2026

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Bagattoli critica sabatina e dispara contra decisões judiciais na CCJ

Senador de Rondônia endurece discurso, cita condenações, corrupção e falta de diálogo entre poderes durante sessão desta terça (29)

EUIDEAL
Bagattoli critica sabatina e dispara contra decisões judiciais na CCJ Reprodução
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Em um discurso contundente na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) desta terça-feira (29), o senador Jaime Bagattoli declarou voto contrário à sabatina em análise e fez duras críticas ao cenário político e institucional do país.


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Logo no início da fala, o parlamentar foi direto: “Eu não posso ser a favor da sua sabatina. O meu voto é contra”, justificando sua posição com base em declarações públicas do sabatinado. O senador também mencionou decisões judiciais que, segundo ele, seriam desproporcionais, ao citar o caso de um cidadão condenado a 14 anos de prisão por contribuir com R$ 500.

Bagattoli ampliou as críticas ao abordar um suposto contrato envolvendo o Banco Master, mencionando valores que chegam a quase R$ 130 milhões, associando o caso a prejuízos enfrentados por correntistas. “Muitos perderam dinheiro”, afirmou.

Durante o discurso, o senador trouxe também um relato pessoal, destacando sua trajetória antes da vida pública. “Quando vossa excelência nasceu, eu já era motorista de caminhão, sofrido no Norte do Brasil”, disse, ao reforçar sua visão sobre o funcionamento da iniciativa privada e o esforço dos trabalhadores brasileiros.

A crítica à corrupção foi um dos pontos centrais da fala. “Esse é o maior mal desse país. Não conseguimos estancar essa corrupção”, declarou, em tom de indignação.

O parlamentar ainda direcionou questionamentos ao Supremo Tribunal Federal, citando a interrupção de obras como exemplo de entraves ao desenvolvimento. Segundo ele, decisões desse tipo impactam diretamente o progresso nacional.

Encerrando sua manifestação, Bagattoli fez um apelo por harmonia institucional, evocando um trecho bíblico: “Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus”. Na sequência, questionou: “Onde está a pacificação do Brasil? Onde está o diálogo entre os três poderes?”, afirmando que atualmente não há entendimento entre Executivo, Legislativo e Judiciário.


A fala repercutiu entre os presentes e evidenciou o clima de tensão e divergência política durante a sessão da CCJ.






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