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Porto Velho,11/05/2026

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Megaoperação mira facção criminosa e mobiliza mais de 300 agentes em Rondônia e outros estados

“Audácia IX” cumpre dezenas de mandados e intensifica ofensiva contra integrantes do crime organizado

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Megaoperação mira facção criminosa e mobiliza mais de 300 agentes em Rondônia e outros estados Foto: Reprodução
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Uma grande força-tarefa coordenada pelo Ministério Público de Rondônia (MPRO) colocou em andamento, nesta segunda-feira (11), mais uma ofensiva contra o crime organizado com atuação em Rondônia. Batizada de “Audácia IX”, a operação reúne centenas de agentes de segurança em ações simultâneas dentro e fora do estado.


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A mobilização é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPRO, com apoio de diversos órgãos estaduais e federais. Ao todo, mais de 300 agentes participam da operação, que busca desarticular integrantes de uma organização criminosa investigada por atuação em diferentes regiões rondonienses.

Os trabalhos ocorrem em Porto Velho, com foco especial nos distritos de Nova Califórnia, Extrema, Vista Alegre do Abunã e Abunã, além dos municípios de Candeias do Jamari e São Miguel do Guaporé. A ofensiva também alcança cidades do Acre, Ceará e Paraná.

Segundo as autoridades, estão sendo cumpridos 45 mandados de busca e apreensão e 34 ordens de prisão expedidas pela Justiça de Rondônia. As medidas foram autorizadas pela 2ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho, dentro de uma investigação que apura a atuação de uma facção criminosa e outros crimes descobertos durante as diligências.

Além das prisões e apreensões, a operação busca localizar foragidos da Justiça e cumprir mandados pendentes registrados no Banco Nacional de Mandados de Prisão. As equipes também realizam patrulhamento ostensivo nas regiões alvo, podendo efetuar prisões em flagrante por crimes como tráfico de drogas, posse ilegal de armas, munições e receptação.

A ação envolve uma ampla estrutura integrada entre forças estaduais e federais. Participam da operação equipes da Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal, Politec, Exército Brasileiro, Senapen, além de grupos especializados do Acre e do Ceará.

De acordo com os investigadores, o nome “Audácia IX” faz referência à forma como integrantes da organização criminosa agiam nas redes sociais. Os suspeitos, segundo o MPRO, costumavam divulgar imagens exibindo armas de fogo, dinheiro, drogas e símbolos ligados à facção, demonstrando afronta às forças de segurança e sensação de impunidade.

As investigações continuam e novas prisões não estão descartadas ao longo da operação.




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