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Porto Velho,21/05/2026

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Deolane Bezerra é presa suspeita de lavar dinheiro para o PCC; família de Marcola também é alvo

Operação do Ministério Público e da Polícia Civil investiga movimentações financeiras suspeitas, empresas e possíveis conexões com integrantes da cúpula da facção criminosa.

EUIDEAL
Deolane Bezerra é presa suspeita de lavar dinheiro para o PCC; família de Marcola também é alvo Foto: Deolane Bezerra - Reprodução/Instagram
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EUIDEAL - A influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra voltou a ser presa durante a Operação Vérnix, deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo e pela Polícia Civil, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro com possíveis ligações ao Primeiro Comando da Capital (PCC). A ação também teve como alvo pessoas ligadas à cúpula da organização criminosa, incluindo familiares de Marco Herbas Camacho, conhecido como Marcola.

Policial

Segundo as investigações, a operação busca apurar movimentações financeiras consideradas incompatíveis, utilização de empresas para ocultação de patrimônio e possíveis conexões financeiras entre investigados e pessoas ligadas à facção criminosa. Entre os nomes citados estão parentes de Marcola e operadores apontados pelas autoridades como responsáveis pela movimentação de recursos.

Os investigadores afirmam que uma empresa do setor de transportes teria sido utilizada como peça central do esquema, movimentando milhões de reais por meio de operações financeiras suspeitas. A suspeita é de que a estrutura empresarial teria sido usada para dar aparência de legalidade aos recursos investigados.

A apuração também aponta depósitos fracionados, técnica conhecida como “smurfing”, usada para dificultar o rastreamento de recursos financeiros. Conforme o inquérito, valores teriam sido divididos em diversas operações menores para evitar alertas automáticos do sistema bancário.

Ainda conforme as investigações, foram identificadas movimentações milionárias, aquisição de bens de alto padrão e recebimentos que, segundo a polícia, não apresentariam origem financeira comprovada. A Justiça também determinou bloqueios milionários de bens e ativos relacionados aos investigados.

As investigações tiveram início após materiais apreendidos em operações anteriores revelarem possíveis conexões financeiras e operacionais entre integrantes do grupo investigado.


Até a divulgação das informações, a defesa dos investigados não havia se manifestado oficialmente sobre o caso.

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