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Porto Velho,17/07/2024

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Professor de história se revolta ao ser impedido de usar microfone em aula na Estrada de Ferro Madeira Mamoré


Professor de história se revolta ao ser impedido de usar microfone em aula na Estrada de Ferro Madeira Mamoré
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Nesta quarta-feira (19), o professor Beto, conhecido por suas aulas de História no Colégio João Bento da Costa, manifestou sua revolta ao ser impedido de entrar com uma caixa de som e um microfone na área da Estrada de Ferro Madeira Mamoré. O professor planejava utilizar os equipamentos para uma aula sobre patrimônio histórico no local.

Em um vídeo divulgado nas redes sociais, Beto expressou sua indignação com a proibição, ressaltando a importância do uso de microfone como orientação de saúde para professores que realizam atividades em áreas externas. Beto está envolvido em um projeto de política patrimonial, que leva alunos de diversas escolas, incluindo distritos, para visitas a locais históricos ao ar livre.

O vigilante do local informou que a proibição era uma orientação da empresa que administra o espaço. Segundo o professor, o uso do microfone é essencial para garantir que todos os alunos consigam ouvir as explicações durante as visitas. A frustração de Beto reflete um desafio enfrentado por educadores que buscam promover o conhecimento histórico em ambientes externos e históricos.

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O que diz a empresa?

O Complexo Madeira-Mamoré vem a público esclarecer o episódio ocorrido, nesta quarta-feira (19), relacionado à aula que o professor “Beto”, com alunos do Colégio João Bento da Costa ministraria no Complexo Madeira-Mamoré. É importante destacar que o professor, em nenhum momento foi impedido de ministrar sua aula, nossos colaboradores apenas orientaram que, para utilizar a caixa portátil de som e microfone, seria necessário solicitar autorização. Infelizmente, o professor não compreendeu a explicação e se retirou com os seus alunos. Destacamos que outros professores que utilizam o Complexo Madeira-Mamoré para suas aulas fazem uso do mesmo equipamento, sempre com aviso prévio, para evitar desconforto entre os demais visitantes e acúmulo de grupos disputando o espaço com equipamento de som.

A concessionária do Complexo Madeira-Mamoré, responsável pela gestão, manutenção e preservação deste espaço vem apoiando a realização de aulas e outras atividades, sejam elas educacionais, culturais, de lazer ou outras, em parceria com escolas e Prefeitura, através do turismo pedagógico buscando oferecer qualidade nos seus serviços envolvendo o maior número possível de pessoas, transformando este local histórico não apenas em um ponto turístico, mas também em um ponto de encontro entre a sociedade e a história.

Lembramos também que O Complexo Madeira-Mamoré, embora seja um espaço público, é gerido por uma administração privada que se empenha em manter um ambiente seguro, respeitoso e agradável para todos os visitantes.

Aproveitamos esta oportunidade para convidar todos os professores e interessados em incluir o Complexo em suas aulas ou outras atividades culturais a entrarem em contato conosco pelos seguintes meios:






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