Tenente-Coronel é principal suspeito da morte de sua esposa também policial militar
Foto: Reprodução A morte da policial militar Gisele Alves Santana está sob investigação após sua família contestar a versão apresentada pelo marido e colega de profissão. O caso ocorreu no apartamento do casal, na região central de São Paulo. Inicialmente registrado como suicídio, o incidente agora é tratado como uma morte suspeita pela polícia.
Gisele era soldado da Polícia Militar desde 2014 e estava casada com o tenente-coronel Geraldo Neto desde 2021. A relação começou a se desgastar quando Geraldo mudou seu local de trabalho. Ele relatou que as discussões eram alimentadas por imagens falsas de supostas traições, enviadas para Gisele por subordinados dele.
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No dia 18 de fevereiro deste ano, um disparo fatal foi ouvido no apartamento onde apenas a soldado e Geraldo estavam presentes. Ele chamou os serviços de emergência afirmando que ela ainda respirava e posteriormente informou à polícia que a soldado havia se suicidado, enquanto ele estava no banho.
Contudo, depoimentos familiares levantaram dúvidas sobre essa narrativa. A mãe de Gisele afirmou que a filha vivia sob violência psicológica em um relacionamento abusivo.
Além disso, vestígios encontrados na cena sugerem inconsistências: sangue não identificado no banheiro e objetos fora do lugar, que indicam possível manipulação antes da chegada das autoridades.
O exame residuográfico não detectou pólvora nas mãos dos envolvidos e novas perícias foram solicitadas após exumação do corpo devido às declarações maternas sobre o comportamento agressivo do tenente-coronel.




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