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Porto Velho,26/05/2026

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Da periferia da Amazônia para os palcos do Brasil: Cia de Dança Tsunami leva a força cultural de Rondônia à 6ª Teia Nacional com o espetáculo “Amazonina – Um Espetáculo Nortista”

6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura,

Fábio Calderon
Da periferia da Amazônia para os palcos do Brasil: Cia de Dança Tsunami leva a força cultural de Rondônia à 6ª Teia Nacional com o espetáculo “Amazonina – Um Espetáculo Nortista” Tsunami no 6 Teia Nacional
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Da periferia da Amazônia para os palcos do Brasil: Cia de Dança Tsunami leva a força cultural de Rondônia à 6ª Teia Nacional com o espetáculo “Amazonina – Um Espetáculo Nortista”

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A cultura amazônica, a potência artística das periferias e a força da identidade rondoniense ganharam destaque nacional durante a 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura, realizada em Aracruz, no Espírito Santo. Representando o estado de Rondônia, a Cia de Dança Tsunami emocionou o público ao apresentar o espetáculo “Amazonina – Um Espetáculo Nortista”, no dia 22 de maio de 2026, no Palco Folia de Reis.


Muito além de uma apresentação artística, “Amazonina” se transformou em um verdadeiro manifesto cultural em defesa da Amazônia, de seus povos, de suas raízes e da juventude periférica que encontra na arte uma ferramenta de transformação social, resistência e esperança. Em cada movimento, figurino, expressão e composição cênica, a companhia levou ao palco a essência do Norte do Brasil, exaltando ritmos, tradições e saberes populares que carregam a alma amazônica.


Reconhecida pelo trabalho social e cultural desenvolvido há mais de 15 anos na Zona Leste de Porto Velho, a Cia Tsunami reafirma seu compromisso com a inclusão social, valorização da cultura popular e fortalecimento das identidades amazônicas através da dança. O espetáculo reúne referências do calypso, carimbó, forró estilizado e diversas manifestações culturais nortistas, criando uma experiência visual e emocional que conecta o público às riquezas culturais da nossa região.


E se a apresentação encantou pela sua grandiosidade artística, as indumentárias apresentadas pela companhia merecem um destaque especial. Extremamente ricas em detalhes, cores e simbologias, os looks defenderam de forma firme, elegante e vibrante a beleza do estado de Rondônia. Cada figurino parecia carregar um pedaço da Amazônia, traduzindo em tecido, brilho e movimento toda a imponência cultural do nosso povo. Foi impossível não se emocionar ao ver nossa identidade sendo representada com tanta autenticidade, cuidado e orgulho em um palco nacional.


A participação da Cia Tsunami na Teia Nacional vai muito além do reconhecimento artístico. Ela representa uma importante quebra de barreiras para a cultura produzida na periferia de Porto Velho, mostrando ao Brasil que Rondônia possui artistas talentosos, projetos transformadores e uma cultura viva que precisa ser vista, valorizada e respeitada. É a prova de que a arte periférica pode — e deve — ocupar grandes espaços, atravessando fronteiras e furando a bolha cultural que durante anos invisibilizou tantos talentos amazônicos.


Cada aplauso recebido em Aracruz ecoa também nas comunidades de Porto Velho, fortalecendo sonhos, inspirando jovens artistas e mostrando que investir em cultura é investir em dignidade, pertencimento e transformação social. O impacto positivo dessa representatividade ultrapassa os palcos e alcança diretamente a sociedade cultural rondoniense, que vê sua história, seus costumes e sua identidade sendo valorizados em âmbito nacional.


O site Eu Ideal, através de seu colunista cultural Fábio Calderon, manifesta profunda felicidade, orgulho e gratidão por testemunhar um momento tão significativo para a cultura de Rondônia. Ver artistas rondonienses ocupando espaços nacionais com tanta qualidade, beleza e verdade reforça a certeza de que nossa cultura merece ser mostrada ao mundo de forma coesa, positiva e cada vez mais grandiosa.


Também deixamos nosso agradecimento especial ao presidente Leonardo Lira, por compartilhar com este colunista todos os detalhes dessa linda apresentação, e a cada bailarino e integrante da Cia de Dança Tsunami que, de forma lúdica, intensa e apaixonada, entregaram ao público um espetáculo carregado de emoção, identidade e amor pela cultura nortista.


Rondônia se fez presente.

A Amazônia dançou.

E a arte periférica mostrou mais uma vez sua força para o Brasil.

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