Mais de 500 comprimidos de ecstasy são apreendidos com jovem de 25 anos em operação contra o tráfico em Porto Velho
PM encontrou máquina de cartão, invólucros e apetrechos usados para fracionamento e venda da droga em imóvel já conhecido como ponto de comercialização no bairro São Cristóvão
Comprimidos e materiais apreendidos durante a operação no bairro São Cristóvão EUIDEAL - Um jovem de 25 anos, identificado pelas iniciais R.A.B., foi preso em flagrante em Porto Velho após a Polícia Militar apreender 511 comprimidos com características de MDMA/ecstasy em um imóvel no bairro São Cristóvão. A ação ocorreu por volta das 17h50 e integrou a Operação Cegefron, realizada pelo Batalhão de Polícia Tática Aérea Ribeirinha (BPTAR), com apoio das guarnições Patamo 01 e Patamo 16.
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Como a operação aconteceu
Segundo o boletim de ocorrência, as equipes receberam informações do Núcleo de Inteligência de que um imóvel na Rua Quintino Bocaiuva, no bairro São Cristóvão, apresentava intensa movimentação de pessoas, o que indicava possível comercialização de entorpecentes. O local já era conhecido pelas forças de segurança como ponto de venda de drogas.
Ao chegarem ao endereço, os policiais visualizaram o suspeito e, durante a abordagem e busca pessoal, encontraram com ele cerca de dez comprimidos de coloração amarela e azul, com características compatíveis com a droga sintética conhecida popularmente como "bala" (MDMA/ecstasy).
Grande quantidade de comprimidos e apetrechos encontrados no imóvel
Em seguida, os policiais visualizaram sobre uma mesa diversos invólucros utilizados para o acondicionamento de entorpecentes. Ao entrarem no apartamento, localizaram uma quantidade ainda maior de comprimidos da mesma substância, além de uma máquina de cartão e diversos apetrechos usados para fracionamento, acondicionamento e comercialização da droga.
Ao final da contagem, o total apreendido chegou a 511 comprimidos com características de MDMA/ecstasy. Diante da situação de flagrante delito, o suspeito recebeu voz de prisão, com o uso de algemas justificado pela necessidade de garantir a segurança da equipe policial e do próprio conduzido, além de prevenir eventual tentativa de fuga, em conformidade com a Súmula Vinculante nº 11 do Supremo Tribunal Federal.
O boletim de ocorrência também menciona a necessidade de apreensão e perícia no aparelho celular do suspeito, como parte da investigação.
Nota do Eu Ideal: as informações desta matéria têm como base o boletim de ocorrência policial. O nome do conduzido foi substituído por iniciais em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Até a confirmação por sentença judicial, o suspeito deve ser tratado como investigado, preservando-se o direito à presunção de inocência.


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