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Porto Velho,18/09/2026

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Isac Wayuru propõe ampliar rede de proteção e assistência às mulheres em situação de violência

Medidas defendidas pelo candidato buscam fortalecer acolhimento e atendimento e criar condições para que vítimas reconstruam suas vidas com autonomia

Assessoria
Isac Wayuru propõe ampliar rede de proteção e assistência às mulheres em situação de violência Assessoria
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Ampliar a assistência às mulheres em situação de violência e oferecer suporte para que elas tenham condições de reconstruir suas vidas estão entre as propostas apresentadas por Isac Wayuru, candidato a deputado federal pelo MDB, para a área da saúde.


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Isac defende o fortalecimento da rede de atendimento às mulheres em situação de violência, com articulação de políticas públicas e recursos destinados aos serviços de acolhimento, proteção e assistência às vítimas.

A proposta considera que o suporte precisa ir além do atendimento imediato. Para o candidato, é necessário criar condições para que essas mulheres possam romper o ciclo de violência, recuperar sua autonomia e retomar a independência necessária para reconstruir suas vidas.

A medida integra um conjunto de propostas para a saúde apresentado por Isac, que é indígena e ex-coordenador do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Porto Velho.

Na saúde indígena, uma das iniciativas defendidas é a criação de um Protocolo de Humanização, com atendimento que respeite as particularidades culturais, sociais e territoriais dos diferentes povos.

Isac também propõe atenção especializada ao idoso indígena, considerando as necessidades específicas do envelhecimento e a importância de promover qualidade de vida nessa etapa.

Outro eixo é a saúde mental. O candidato defende ampliar e fortalecer o cuidado, especialmente para servidores públicos e comunidades indígenas, considerando a realidade de vida de cada paciente. A proposta também destaca a importância da qualidade do atendimento para que o paciente se sinta seguro e acolhido e tenha condições de manter a continuidade do tratamento.

“Quando falamos de uma mulher que vive uma situação de violência, não podemos pensar apenas no atendimento daquele momento. Ela precisa encontrar uma rede que a acolha e também condições para seguir a vida fora daquele ciclo. É esse tipo de estrutura que precisamos ajudar a fortalecer”, afirma Isac.




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