Entretanto, segundo informações de bastidores, o cenário mudou após uma possível reavaliação política de Léo Moraes, que teria recuado no apoio ao projeto de Flori visando planos eleitorais futuros.
Léo Moraes é considerado hoje um dos prefeitos mais populares de Rondônia, o que faz com que aliados projetem para ele um novo ciclo político. A avaliação de lideranças próximas é de que o prefeito da capital pode disputar a reeleição em Porto Velho em 2028, com boas chances de vitória, e posteriormente lançar candidatura ao Governo do Estado em 2030.
Dentro dessa lógica estratégica, aliados avaliam que o projeto de Flori ao governo poderia atrapalhar esse projeto político futuro.
Com a reorganização interna do grupo, o nome do delegado Camargo passou a ganhar força como alternativa para a disputa ao governo, embora também exista a possibilidade de ele concorrer a deputado federal, conforme relatos de bastidores.
Desmotivação
Diante do novo cenário dentro do partido, Flori teria optado por recuar da disputa. Pessoas próximas relatam que o prefeito de Vilhena ficou desmotivado com a mudança de posicionamento político dentro do grupo.
Aliados ouvidos pelo site Eu Ideal afirmaram que o sentimento do prefeito foi de frustração com o desfecho das articulações. “Ele se sentiu como uma esposa traída”, confidenciou uma fonte próxima ao gestor.
Com a desistência de Flori, o cenário eleitoral para o Governo de Rondônia passa a sofrer novas alterações, especialmente dentro do campo político ligado ao Podemos e ao prefeito da capital, que é bem avaliado e seu partido possui prefeituras em Rondônia.
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