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Porto Velho,10/03/2026

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Servidor público suspeito de abusar de duas crianças é preso novamente em Rondônia

Mandado de prisão preventiva foi cumprido após laudo pericial apresentar novos elementos para a investigação

Jornal Rondônia
Servidor público suspeito de abusar de duas crianças é preso novamente em Rondônia Foto: Reprodução
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Um servidor público da Câmara Municipal de Cacoal, em Rondônia, voltou a ser preso nesta segunda-feira (9) suspeito de envolvimento em um grave caso de abuso sexual contra duas crianças, um bebê de seis meses e uma menina de dois anos de idade.

A prisão ocorreu após a expedição de um mandado de prisão preventiva, solicitado pela Polícia Civil com base em novos elementos reunidos durante o andamento das investigações.

De acordo com as informações apuradas, o investigado já havia sido detido na semana passada por uma equipe da Polícia Militar, comandada pelo sargento Figueiredo. Na ocasião, segundo relatos, ele teria tentado fugir da abordagem policial, chegando a pular o muro de uma residência antes de ser conduzido para a Delegacia de Polícia Civil de Cacoal.


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Naquele primeiro momento, porém, o delegado de plantão entendeu que ainda não havia provas suficientes para manter a prisão, e o suspeito acabou sendo liberado enquanto as investigações continuavam.

Segundo a delegada responsável pelo caso, Fabiana Brandani, a Polícia Civil aguardava o resultado de exames periciais considerados fundamentais para o avanço do inquérito. Com a chegada de um dos laudos, que apresentou resultado positivo e trouxe novos elementos para a investigação, houve base jurídica para solicitar a prisão preventiva do investigado.

O pedido foi encaminhado ao Poder Judiciário, que autorizou a nova prisão.

O mandado foi cumprido na cidade de Pimenta Bueno, onde o suspeito estava na residência da mãe. Conforme apurado, ele teria deixado Cacoal após a repercussão do caso.

Após ser preso, o investigado permaneceu custodiado e à disposição da Justiça, enquanto a Polícia Civil segue com a conclusão das investigações.

Depois de finalizado, o inquérito será encaminhado ao Ministério Público, que deverá analisar os elementos reunidos e decidir se apresenta ou não denúncia formal à Justiça.





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