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Porto Velho,11/05/2026

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Polícia investiga possível planejamento em ataque que deixou duas funcionárias mortas dentro de escola no Acre

Comandante do Bope afirma que outros estudantes teriam conhecimento prévio da ação praticada por adolescente de 13 anos

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Polícia investiga possível planejamento em ataque que deixou duas funcionárias mortas dentro de escola no Acre Foto: Reprodução
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A Polícia Civil e a Polícia Militar do Acre aprofundaram as investigações sobre o ataque a tiros registrado dentro do Instituto São José, em Rio Branco, após surgirem indícios de que o atentado pode ter sido articulado antes da execução.


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A declaração foi feita pelo comandante do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), coronel Felipe Russo, que revelou a possibilidade de outros alunos terem conhecimento antecipado do crime cometido por um estudante de 13 anos.

O caso ocorreu na tarde de terça-feira (5) e terminou com duas funcionárias da instituição mortas a tiros. Outras duas pessoas também ficaram feridas durante o ataque, entre elas um estudante baleado.

Segundo as autoridades, o adolescente entrou armado na escola utilizando uma pistola retirada da residência do padrasto sem autorização. Como era aluno da própria instituição, conseguiu acessar o local sem levantar suspeitas.

As vítimas fatais foram identificadas como Alzenir Pereira e Raquel Sales Feitosa, ambas inspetoras da unidade de ensino. Elas foram atingidas enquanto estavam em um corredor próximo ao setor administrativo da escola.

Após os disparos, alunos e professores viveram momentos de pânico. Salas foram isoladas às pressas e estudantes tentaram fugir pulando muros da instituição, conforme relatos de testemunhas.

O adolescente foi apreendido e permanece sob custódia das autoridades. Até o momento, a motivação do atentado ainda não foi oficialmente esclarecida.

Em razão da tragédia, o governo do Acre suspendeu temporariamente as aulas na rede estadual e mobilizou equipes de apoio psicológico para atender familiares, estudantes e servidores impactados pelo ataque.

A investigação agora busca esclarecer se houve participação indireta de terceiros, além de apurar como o plano teria sido compartilhado entre alunos antes da execução do crime.




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