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Porto Velho,11/05/2026

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Câmara arquiva pedido de impeachment contra Léo Moraes após parecer jurídico

Procuradoria da Casa concluiu que denúncia não apresentou elementos suficientes para abertura do processo

Eu Ideal
Câmara arquiva pedido de impeachment contra Léo Moraes após parecer jurídico Assessoria Parlamentar
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A Câmara Municipal de Porto Velho decidiu arquivar o pedido de impeachment apresentado contra o prefeito Léo Moraes. A decisão foi tomada após análise da Procuradoria Legislativa, que apontou ausência de fundamentos jurídicos para dar continuidade ao processo.


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O pedido havia sido protocolado pelo vereador Marcos Combate, integrante da oposição, que alegava possíveis irregularidades na administração municipal. No entanto, o parecer técnico emitido pela equipe jurídica da Câmara concluiu que as acusações não configuram crime de responsabilidade, requisito indispensável para instauração de um impeachment.

Segundo a análise da Procuradoria, a representação não apresentou provas consideradas suficientes nem indicativos concretos capazes de justificar a abertura do procedimento político-administrativo contra o chefe do Executivo municipal.

O documento também destaca que, para o prosseguimento do rito, seria necessária a comprovação de práticas previstas na legislação como crime de responsabilidade, como desvio de recursos públicos, violação orçamentária, descumprimento de decisões judiciais ou condutas incompatíveis com o cargo.

Após o arquivamento, Marcos Combate afirmou que pretende recorrer da decisão e continuar acompanhando os atos da gestão municipal. O parlamentar declarou que não concorda com o entendimento jurídico adotado pela Câmara e disse que buscará outras medidas cabíveis.

Já aliados do prefeito comemoraram o resultado e afirmaram que o parecer reforça a legalidade da administração municipal. Integrantes da equipe jurídica de Léo Moraes classificaram o pedido como uma tentativa política sem sustentação técnica.

Com a decisão, o processo não segue para votação ou demais etapas dentro do Legislativo municipal. Caso a oposição queira retomar a discussão futuramente, será necessário apresentar novos fatos ou provas que sustentem eventual abertura de investigação.




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