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Porto Velho,19/09/2026

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Presidente do Sinsemuc diz que desconto não é ilegal e rebate prefeito: 'não aceito cabresto'

Fernando Neves de Souza responde à decisão da Prefeitura de Cacoal de suspender o desconto de 1% em folha em favor do sindicato

Eu Ideal
Presidente do Sinsemuc diz que desconto não é ilegal e rebate prefeito: 'não aceito cabresto' Fernando Neves de Souza, presidente do Sinsemuc] Crédito: Juan Pantoja/Eu Ideal
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Resumo: O presidente do Sinsemuc, Fernando Neves de Souza, afirmou ao Eu Ideal que a cobrança em folha não é ilegal e que a entidade não aceitará "cabresto" da administração municipal. A Prefeitura determinou a suspensão do desconto a partir da folha de outubro de 2026.

EUIDEAL - O presidente do Sinsemuc, Fernando Neves de Souza, respondeu à decisão da Prefeitura de Cacoal de suspender o desconto de 1% em folha em favor do sindicato. Em entrevista ao Eu Ideal, ele afirmou que a cobrança não é ilegal e disse que a entidade não aceitará "cabresto" da administração municipal.



▶ [ESPAÇO PARA REPORTAGEM EM VÍDEO – entrevista com o presidente do Sinsemuc]Inserir o vídeo aqui (YouTube/Instagram) antes da publicação
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O que diz o ofício da Prefeitura

A suspensão consta do Ofício nº 082/DRH/SEMAD/2026, de 14 de setembro, e vale a partir da folha de competência 10/2026. O documento também reduz para três o número de servidores liberados para mandato classista e dá cinco dias para o sindicato indicar, entre os quatro atualmente liberados, quem deve voltar ao cargo.

Em resumo
  • Desconto do evento 161 – SINSEMUC 1% suspenso a partir da folha de outubro;
  • Liberações para mandato classista limitadas a três servidores;
  • Prazo improrrogável de cinco dias para o sindicato indicar quem retorna ao cargo.
"Não aceito cabresto"
Fernando Neves de Souza, presidente do Sinsemuc

Posição da Prefeitura

A Prefeitura sustenta que as medidas decorrem de procedimento de revisão de legalidade instaurado pela Procuradoria-Geral do Município. O ofício afirma que as providências ocorrem sem prejuízo da liberdade sindical e da autonomia da entidade. O espaço segue aberto para manifestação do Executivo municipal.

Nota do Eu Ideal: as afirmações sobre a legalidade da cobrança são do presidente do Sinsemuc. O parecer da Procuradoria-Geral do Município, citado no ofício, não foi analisado pela reportagem.
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