Adolescente é atacado com golpes de canivete dentro de escola cívico-militar em Porto Velho
Discussão entre estudantes terminou em violência dentro da unidade de ensino; Polícia Civil investiga o caso como tentativa de homicídio
Foto: Reprodução/Polícia Militar de Rondônia (PM-RO) Um episódio de violência registrado dentro de uma unidade de ensino de Porto Velho mobilizou forças de segurança e causou preocupação entre alunos, pais e servidores da educação. Um adolescente foi ferido com golpes de canivete por outro estudante na manhã desta quinta-feira (21), na Escola Cívico-Militar Getúlio Vargas, localizada na região Central da capital.
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De acordo com informações da ocorrência policial, o caso teria começado após uma discussão entre os dois adolescentes. Durante o desentendimento, um dos estudantes teria sacado um canivete e atingido a vítima com golpes na região abaixo do tórax e também nas costas.
A situação só foi interrompida após a intervenção de pessoas que estavam no local, evitando consequências ainda mais graves.
O estudante ferido recebeu atendimento emergencial e foi encaminhado para a Policlínica Ana Adelaide, onde passou por avaliação médica. Após receber os cuidados necessários, ele foi liberado.
Segundo relatos colhidos pelas autoridades, testemunhas afirmaram que o adolescente suspeito teria demonstrado intenção de matar a vítima durante o episódio. A Polícia Civil trabalha com a hipótese de que o ataque possa ter relação com desentendimentos anteriores entre os envolvidos.
As investigações também apuram a possibilidade de eventual ligação entre os adolescentes e grupos criminosos rivais, fator que pode ter contribuído para o agravamento do conflito.
O suspeito foi apreendido e deverá responder por ato infracional análogo à tentativa de homicídio.
Em nota, a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informou que a situação foi rapidamente controlada pela equipe escolar e destacou que a Superintendência Regional de Educação de Porto Velho acompanha o caso, prestando apoio à direção da escola e aos familiares dos estudantes envolvidos.
A pasta reforçou ainda que a segurança e o bem-estar da comunidade escolar permanecem como prioridade.



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