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Porto Velho,18/03/2026

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'Betão da Borracharia' deixa prisão após seis meses e responde por estelionato

Rondoniaovivo
'Betão da Borracharia' deixa prisão após seis meses e responde por estelionato Reprodução
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O empresário Hudson M. da R., de 33 anos, conhecido como “Betão da Borracharia”, deixou a prisão nesta segunda-feira (17) após cumprir seis meses detido no Presídio Edvan Mariano Rosendo – Urso Panda, em Porto Velho (RO). Ele havia sido preso em 14 de maio deste ano durante investigação conduzida pela Delegacia de Patrimônio, suspeito de aplicar uma série de golpes em consumidores.

Liberdade condicionada a medidas cautelares

A Justiça concedeu liberdade condicional ao empresário, mas impôs uma série de exigências que devem ser rigorosamente cumpridas. Entre elas:



  • Informar imediatamente ao patronato qualquer mudança de endereço;




  • Permanecer dentro da comarca de Porto Velho, salvo autorização judicial;




  • Solicitar autorização para viagens com, no mínimo, 60 dias de antecedência, exceto em casos de urgência comprovada;




  • Comparecer a cada dois meses ao patronato e realizar atividades educativas, profissionalizantes e de orientação — sob risco de perder o benefício;




  • Comprovar exercício de trabalho lícito em até 30 dias;




  • Evitar consumo de bebidas alcoólicas em locais públicos e frequentar ambientes associados ao ócio e à criminalidade;




  • Não ter qualquer envolvimento com drogas ilícitas.



Ação civil e acusações

De acordo com o Ministério Público de Rondônia, o empresário é acusado de aplicar golpes que somam aproximadamente R$ 500 mil, principalmente na venda e compra de pneus por meio da borracharia que mantinha na capital.

Na última semana, a 11ª Promotoria de Justiça de Porto Velho, por meio da promotora Daniela Nicolai de Oliveira Lima, ajuizou uma ação civil pública contra Betão e seus sócios. A ação aponta práticas abusivas nas relações de consumo, além de possíveis crimes de estelionato e propaganda enganosa.


O Ministério Público pede a condenação ao pagamento de R$ 1 milhão por danos materiais e morais coletivos, além da suspensão das atividades comerciais da empresa.

Veja.



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