Presidente do TJ vai assumir governo de Rondônia durante viagem do governador
Recusa de vice e presidente da Assembleia por questões eleitorais pode levar desembargador Alexandre Miguel ao comando do Estado
EUIDEAL
Reprodução Eu Ideal
O cenário se desenha em razão de uma viagem internacional já programada do governador Marcos Rocha, que deve se ausentar do cargo. Pela ordem natural da linha sucessória, o comando do Executivo seria assumido pelo vice-governador, Sérgio Gonçalves.
No entanto, segundo apurado, o vice pode optar por não assumir o governo para evitar possíveis impactos jurídicos e eleitorais, já que há interesse em disputar uma vaga na Câmara Federal.
Na sequência, o cargo seria ocupado pelo presidente da Assembleia Legislativa. Contudo, a mesma preocupação com o cenário eleitoral também deve pesar na decisão, o que pode levá-lo a abrir mão da função interina.
Diante dessas possíveis recusas, a linha sucessória avançaria até o Judiciário, colocando o desembargador Alexandre Miguel como o próximo apto a assumir o comando do Estado de forma interina.
A eventual posse, segundo fontes ouvidas pelo Eu Ideal, já é tratada como altamente provável nos bastidores, embora ainda dependa de formalizações oficiais.
📌 Fato pode entrar para a história
Se confirmado, o episódio poderá marcar um momento inédito em Rondônia: dois irmãos exercendo o cargo de governador em um curto intervalo de tempo.
Isso porque o irmão de Alexandre Miguel, o desembargador Raduan Miguel, atual presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RO), já ocupou o cargo de governador interino por cerca de uma semana em situação semelhante.
O caso chama atenção não apenas pelo aspecto político, mas também institucional, já que evidencia como as regras eleitorais influenciam diretamente decisões na linha sucessória do Executivo.
🔎 Cenário em definição
Apesar da forte indicação de que o presidente do TJ deve assumir o governo, o cenário ainda depende da confirmação oficial das ausências e eventuais recusas dos demais integrantes da linha sucessória.
Nos bastidores, porém, a leitura é de que Rondônia está prestes a viver mais um capítulo marcante em sua história política — desta vez, com protagonismo do Judiciário no comando do Executivo estadual.
Reprodução Eu Ideal Publicidade
EUIDEAL - Uma articulação nos bastidores da política de Rondônia levará o presidente do Tribunal de Justiça (TJ-RO), desembargador Alexandre Miguel, a assumir o governo do Estado nos próximos dias. A informação é fruto de apuração exclusiva do site Eu Ideal.
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O cenário se desenha em razão de uma viagem internacional já programada do governador Marcos Rocha, que deve se ausentar do cargo. Pela ordem natural da linha sucessória, o comando do Executivo seria assumido pelo vice-governador, Sérgio Gonçalves.
No entanto, segundo apurado, o vice pode optar por não assumir o governo para evitar possíveis impactos jurídicos e eleitorais, já que há interesse em disputar uma vaga na Câmara Federal.
Na sequência, o cargo seria ocupado pelo presidente da Assembleia Legislativa. Contudo, a mesma preocupação com o cenário eleitoral também deve pesar na decisão, o que pode levá-lo a abrir mão da função interina.
Diante dessas possíveis recusas, a linha sucessória avançaria até o Judiciário, colocando o desembargador Alexandre Miguel como o próximo apto a assumir o comando do Estado de forma interina.
A eventual posse, segundo fontes ouvidas pelo Eu Ideal, já é tratada como altamente provável nos bastidores, embora ainda dependa de formalizações oficiais.
📌 Fato pode entrar para a história
Se confirmado, o episódio poderá marcar um momento inédito em Rondônia: dois irmãos exercendo o cargo de governador em um curto intervalo de tempo.
Isso porque o irmão de Alexandre Miguel, o desembargador Raduan Miguel, atual presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RO), já ocupou o cargo de governador interino por cerca de uma semana em situação semelhante.
O caso chama atenção não apenas pelo aspecto político, mas também institucional, já que evidencia como as regras eleitorais influenciam diretamente decisões na linha sucessória do Executivo.
🔎 Cenário em definição
Apesar da forte indicação de que o presidente do TJ deve assumir o governo, o cenário ainda depende da confirmação oficial das ausências e eventuais recusas dos demais integrantes da linha sucessória.
Nos bastidores, porém, a leitura é de que Rondônia está prestes a viver mais um capítulo marcante em sua história política — desta vez, com protagonismo do Judiciário no comando do Executivo estadual.




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