MPRO participa de reunião sobre auditoria e fiscalização das urnas eletrônicas para as eleições de 2026
Foto: Reprodução O Ministério Público de Rondônia (MPRO) participou de uma reunião técnica promovida pela Justiça Eleitoral, na quinta-feira (17/9), no Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO), na capital, para apresentar os procedimentos de auditoria e fiscalização das urnas eletrônicas que serão utilizados nas eleições de 2026.
O encontro reuniu representantes de órgãos públicos, entidades civis e partidos políticos para esclarecer como são realizados os testes de segurança do sistema eletrônico de votação e reforçar a transparência do processo eleitoral. O promotor de Justiça Glauco Maldonado Martins representou o Procurador-Geral de Justiça na ocasião.
A reunião foi conduzida pela presidente da Comissão de Auditoria da Votação Eletrônica (CAUVE), Juíza de Direito Juliana Paula Silva da Costa. Também participaram os promotores eleitorais do MPRO Dandy Jesus Leite Borges e Jefferson Marques Costa, que compõem o grupo de 29 membros da instituição que atuam na área eleitoral no Estado.
Como funcionam as auditorias
Durante a apresentação, a Juíza Juliana Costa detalhou os procedimentos de auditoria aplicados às urnas eletrônicas. Os testes verificam a autenticidade dos programas utilizados e a integridade dos equipamentos. Em linguagem simples, isso significa confirmar que os sistemas instalados são os mesmos aprovados pelos órgãos responsáveis e que os votos registrados permanecem sem alterações.
Os procedimentos são realizados por amostragem e contam com acompanhamento audiovisual. A fiscalização envolve representantes de instituições públicas e de entidades habilitadas a acompanhar o processo eleitoral.
Fiscalização e transparência
Segundo os organizadores, representantes das entidades fiscalizadoras acompanharão as etapas de verificação dos sistemas eletrônicos. O objetivo é a garantia de que os programas utilizados sejam originais e que cada voto seja contabilizado conforme registrado pelo eleitor. A participação de diferentes instituições busca ampliar o controle externo sobre o processo eleitoral e permitir o acompanhamento público dos procedimentos adotados pela Justiça Eleitoral.
Atuação conjunta
Durante o encontro, o promotor de Justiça Glauco Maldonado Martins destacou a cooperação entre instituições que participam da preparação das eleições. Ele enfatizou a importância da fiscalização institucional para otimizar a clareza e a confiabilidade das ferramentas tecnológicas utilizadas no processo democrático. "Essa mobilização conjunta busca garantir que as deliberações ocorram de forma democrática e transparente, fortalecendo a confiança nos resultados oficiais", reforça.


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